Estreias: 07/Maio/2015

Depois de uma semana que Vingou, aqui vem a semana a seguir a que nós, conhecedores profundos do mundo da sétima arte, apelidamos de: a semana da segunda sobremesa.
Uma semana que nos apanha ainda cheios, e prontos a rebolar, da semana anterior e que nos tenta oferecer pálidos substitutos ao doce que acabámos de comer. Esta semana sabe que não temos estômago, nem vontade, para o que quer que seja que ela tem para oferecer e, ainda assim, insiste em mostrar-nos o cardápio.
Pois bem, vamos lá fazer-lhe a vontade.

 

“Uma Aldeia Quase Perfeita”

Uma aldeia francesa no meio da pasmaceira une-se para convencer um jovem médico a mudar-se para lá para que a fábrica de salmão possa ser reaberta.
Sabem, se lermos bem por entre as linhas, isto é mais o argumento de um filme de terror do que uma comédia…

“Nos Jardins do Rei”

Dois arquitectos paisagísticos do século XVII, um homem e uma mulher, têm de trabalhar juntos.
Dão-se mal, mas depois já se dão bem.
Quando tudo parece estar a ir de feição, aparece o Godzilla.
Quem me dera… Isso tornaria o filme interessante. Aparece antes uma ex-mulher vingativa.
Enfim.

“Força Maior”

Uma família era feliz até ter ido esquiar para os Alpes.
Durante uma avalanche, o pai desmarca-se com toda a pinta e a mãe fica a proteger os filhos.
Acho que conseguem imaginar o que vai acontecer a seguir.

“Perseguição Escaldante”

Não.
Nova política: filmes que eu acho completamente inúteis não irão ser partilhados.
Quem sou eu para tomar essa decisão? Ninguém. Mas recuso-me a falar sobre coisas destas.
*Cara de amuado*

“A Humilhação”

Um actor de teatro, depois de receber umas críticas más, entra numa depressão que o torna suicida e arruína-lhe o casamento.
Decide internar-se numa clínica e aí conhece uma rapariga porreira.
Depois de ter alta, conhece outra rapariga porreira, acabada de sair de uma relação lésbica, yada-yada-yada e volta a despertar para a vida.

“Ao Som da Vida”

Um pai entra em depressão depois do filho perder a vida num tiroteio na sua escola.
Ao fim de dois anos a tentar encontrar razões para viver no fundo de uma garrafa, a ex-mulher entrega-lhe uma caixa com recordações do filho.
Aí ele descobre as músicas e demos que o filho criara. O pai decide aprendê-las a todas e, certo dia, toca-as num bar e recebe uma proposta capaz de lhe mudar a vida para melhor.

“A Maldição de Michael King”

Era uma vez um casal muito feliz. A mulher era religiosa e o marido não.
Quando a mulher morre num acidente, o marido desenvolve uma obsessão para provar que o oculto não existe.
Então decide usar-se num documentário que consiste em convidar ocultistas e satanistas para o submeterem a todo e qualquer tipo de ritual.
Para sua surpresa, mas não para a nossa, as coisas correm mal.

É o vosso típico “found footage horror” mas com um pequeno twist na fórmula. Valerá a pena? Não sei. Mas gosto da premissa.

“Pára-me de Repente o Pensamento”

Documentário português sobre um actor que passa 3 semanas num centro hospitalar, para pessoas com distúrbios mentais, a conviver com os pacientes, para se sentir na pele da próxima personagem que tem de interpretar.

“Os Últimos Cavaleiros”

Bastava terem acrescentado duas palavras a este título para torná-lo num filme que eu adoraria ver.
Sabem quais são?
Eu digo-vos: “do” e “Zodíaco”.
Enfim… Oportunidade desperdiçada.
Filme medíocre da LionsGate é medíocre.

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