Category Archives: Cinema ParaIST Recomenda

“Cavalo Dinheiro” de Pedro Costa

Desde há uns anos para cá que os filmes de Pedro Costa têm sido verdadeiros fenómenos nos circuitos cinéfilos internacionais. Goste-se ou não (se bem que o seu cinema seja mais do

“Sarah Préfère La Course” de Chloé Robichaud – De Tanto Bater, o Seu Coração Parou

Sara tem vinte anos. Antissocial e sorumbática, treina intensivamente pela sua única paixão: a corrida. É uma atleta ambiciosa, disposta a deixar a mãe e a concordar num casamento por conveniência, só

“Aimer, Boire et Chanter” de Alain Resnais

“Não são tempos mortos. São tempos habitados pelo riso” diz uma personagem para defender-se dos silêncios que deixa, ao ensaiar as falas da peça que representará mais tarde. Habitado pelo riso é

“Os Maias – Cenas da Vida Romântica” (Versão do Realizador) de João Botelho

Magnífica esta versão do realizador d’ “Os Maias” de João Botelho, cuja única lamentação é não ser a mais divulgada a nível nacional (só é exibida no Cinema Ideal, ainda por mais

Em Reposição – Satyajit Ray

Depois de Bergman, Ozu, Jarmusch e, mais recentemente, Carax, chega às salas da Medeia Filmes, um conjunto de obras restauradas de Satyajit Ray. Se não ouviu falar deste maestro que, para além

Em Reposição – Leos Carax

A propósito dos trinta anos desde a estreia do primeiro filme de Leos Carax, foi tomada a iniciativa pela Medeia Filmes na restauração dos seus dois primeiros trabalhos. Um gesto que nos

“E Agora? Lembra-me” de Joaquim Pinto

Esqueci-me das minhas ideias para me não esquecer. Já dizia Antonioni que, para se fazer um filme, o realizador precisa de ter um olho para o exterior e outro para o seu

“Lucy” de Luc Besson

Nunca morremos realmente. Para quem está familiarizado com a carreira de Luc Besson, sabe que ele celebrizou-se na reinvenção do género de filme de ação nas décadas de 80/90, em alguns dos

“La Jalousie” de Philippe Garrel

Eu estou vivo. Não, tu estás morta. Eu estou morta. Não, tu estás vivo.  É bastante memorável a tradição do amor no cinema francês. O amor, mas também o ciúme, como no

“The Immigrant” de James Gray

Eu gosto de dinheiro. Mas não gosto de ti. Odeio-te. E odeio-me. Antes de falarmos do novo filme de James Gray, permitam-nos uma rápida introdução para quem não está familiarizado com o